Edição 030 • 10/07/2026 12:51

O restaurante que eu visitei: Zuma, em Miami

Há uma fase da vida em que o homem deixa de querer acumular coisas e passa a querer colecionar experiências. O dinheiro muda de função: em vez de comprar objetos, passa a comprar sensações, prazeres honestos. E poucos prazeres são tão honestos quanto comer bem.

Mas comer bem, no sentido pleno, é mais do que paladar. É quando um restaurante consegue orquestrar todos os sentidos ao mesmo tempo: o que se vê, o que se ouve, o que se cheira, o que se prova. Quando isso acontece, a refeição muda de patamar. E é nesse alto nível que está o Zuma.

O Zuma é uma casa de cozinha japonesa contemporânea com presença internacional cuidadosamente selecionada. Está em Miami, Nova York, Boston, Las Vegas, e desembarca agora em San Diego. Cruza o Atlântico e aparece em Roma, Capri, Mykonos, Madri, Ibiza, Saint-Tropez. São endereços que dizem muito sobre o tipo de experiência que a marca busca entregar: refinada, sensorial, memorável.

A minha recomendação, se você estiver em Miami, é específica: vá num domingo, para o brunch (sistema open food). Comece por um caviar, acompanhado de um espumante da mais alta qualidade. E, quando chegar o prato principal, peça o black cod, o bacalhau negro. Incrível, do primeiro ao último bocado. A fartura de opções do brunch de domingo faz o resto.

No fim, o que o Zuma ensina vale para muito além da mesa. A diferença entre uma refeição comum e uma experiência inesquecível não está no ingrediente isolado, está na orquestração do todo. E isso, quem trabalha entregando algo de alto valor para o cliente, entende bem. Fica a recomendação para a sua próxima passagem por Miami.

Você entende que a experiência completa é o que encanta o cliente, mas e na hora de orquestrar tudo isso na primeira Holding real, sozinho, sem ninguém ao lado? É aí que a insegurança fala mais alto. Foi por isso que o Holding Masters mudou. Você já sabia disso?

Agora ele não é mais um curso para você assistir e aprender por conta própria. É um sistema de implementação assistida. Eu e o meu time fazemos a sua primeira captação e a sua primeira Holding junto com você, na prática, lado a lado, justamente para que você não erre o desenho na primeira execução. E até o pagamento mudou: é um contrato de risco, você paga uma parte pela implementação, e o grosso só é pago se você faturar. Em outras palavras, você só paga de verdade se realmente tiver ganho com isso.

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