Edição 030 • 10/07/2026 00:37

Perguntas que não podem faltar numa Sessão de Viabilidade

São quatro perguntas que decidem se você sai com um contrato de mais de 50 mil ou com um curioso te enrolando. E a maioria perde o cliente porque trata a Sessão de Viabilidade como consulta. Ou pior, deixa de fazer a sessão de viabilidade para fazer uma consulta, ou um atendimento.

A Sessão de Viabilidade não é consulta e tampouco atendimento. Ali não é o momento de explicar o que é Holding Familiar. É diagnóstico. O cliente fala, você escuta e sai dali sabendo o que levar para o croqui depois. É a escuta ativa que orquestra uma resposta puxando a próxima. Veja as quatro perguntas que não podem faltar.

A primeira parece óbvia, quase boba: Por que você está aqui hoje?. Mas é nessa pergunta que o cliente entrega o que de verdade quer evitar, economizar ou resolver.

A segunda: Quem são os membros da sua família? E aqui não é sobre listar nomes ou qualificar pessoas. É investigar as relações entre eles, descobrir quem são os “terceiros”, genros, noras, ex-genros, ex-noras… É para perceber as pendências de cada relacionamento e a vida econômica dos filhos. É essa pergunta que revela o filho com processo ou dívida que colocaria todo o patrimônio em risco, por exemplo.

A terceira: Me conte sobre o seu patrimônio? Apesar da maioria achar que essa é a mais importante, não é a estrela. Os documentos sobre os bens você vai receber depois. Aqui na sessão, ela serve para captar o que não está escrito em papel nenhum.

E a quarta, a mais importante de todas: Por que você acredita que uma Holding Familiar é algo para ontem? Aqui você descobre se o cliente está pronto para agir agora ou se é só curiosidade. Quem não está pronto não precisa receber uma proposta, precisa de mais informação sobre o problema.

São quatro perguntas. Mas o que as faz funcionar não é a lista, é a escuta ativa e o método de conduzir cada resposta puxando a próxima.

E você, que já é do Time, sabe que a condução de uma Sessão de Viabilidade rende muito mais quando a gente a destrincha junto, ao vivo, cada um trazendo as situações reais que viveu com os próprios clientes. É a troca que transforma um roteiro de perguntas em escuta afiada de verdade.

Nos dias 4 a 6 de agosto, em São Paulo, acontece o Encontro do Time Holding Brasil. É onde a gente se reúne para aprofundar, atualizar e fortalecer o que nos une.

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